Um único doador pode salvar várias vidas. No entanto, a doação de órgãos ainda é baixa no Brasil. E o motivo, na maioria das vezes, é a falta de informação. Por isso, as dúvidas sobre o processo de doação surgem e viram um obstáculo para quem tem vontade de doar.

Neste post, vamos mostrar um panorama de como está a fila de transplante no Brasil hoje em dia, expondo a importância da doação. Além disso, vamos explicar, por meio dos questionamentos mais comuns, como funciona todo o processo.

Descubra a partir de agora importância e como se tornar um doador de órgãos!

 

A fila do transplante no Brasil

Atualmente, no Brasil, existem mais de 43 mil pessoas à espera de um transplante. Um dos casos que agravaram o aumento foi a pandemia da covid-19. E não foi só a fila que cresceu: a porcentagem de mortalidade de pessoas na fila subiu de 10 para 30%. 

Veja abaixo as principais dúvidas de como fazer doação de órgãos!

 

Como é feito?

Em primeiro lugar, o doador precisa avisar à família que deseja que os seus órgãos sejam doados após a morte. Apenas isso, não precisa deixar documentos ou nada por escrito. Dessa forma, os familiares podem manifestar a vontade do doador após o falecimento.

Mas, atenção! A doação de órgãos de pessoas falecidas só pode ser feita quando o falecimento for causado por parada cardíaca ou morte encefálica.

 

Pode doar em vida?

Sim, é possível doar em vida também. As possibilidades de doação são: rins, parte do fígado ou pulmão, medula óssea e sangue. Dessa forma, o doador consegue fazer a doação sem comprometer a sua saúde, levando uma vida normal após o transplante.

 

Quem pode doar?

Para os doadores em vida, é preciso ter mais de 18 anos e ter um bom estado de saúde. Além disso, é obrigatório passar por uma avaliação médica e, é claro, por exames clínicos. Os interessados ainda devem acessar lo site Adote.org, fazer o cadastro e baixar o cartão de doador.

 

Quem não pode doar?

Há algumas restrições na doação de órgãos. A primeira delas é para portadores de doenças infectocontagiosas, como soropositivos ao HIV. Outra proibição é para pessoas com doenças degenerativas ou com tumores malignos. 

Por fim, pacientes em coma ou que tenham sepse ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas (IMOS) também não podem se tornar doadores.

 

A pandemia agravou a fila de espera por transplante de órgãos no Brasil. E, hoje, mais do que nunca, o Brasil precisa de doadores de órgão para suprir essa demanda. Para isso, como visto, os interessados precisam seguir algumas regras essenciais. 

Se você quiser doar depois da morte, fale com a família e exponha o seu desejo de ser um doador de órgãos. Caso queira ser em vida, acesse o site Adote.org e faça seu cadastro.

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